sexta-feira, outubro 22, 2004

A Arte do Absurdo em Neo-Zelandês

Não é um destino que nos une, mas sim uma linha paralela que num espaço desprovido de referencias esféricas encontra uma alma-gémea no fim.

É o sobreviver em tons de amarelo torrado numa nave perto do sol num filme do Stanley Kubrick.

Simplesmente o inalcançável é possível num mundo sem limites tácitos e atóis de corais radioactivos e com peixes verdes e azuis.

E a despedida é com chuva ácida característica de um post de mergulha das profundezas do pacífico num fim-de-tarde em Los Angeles.

1 comentário:

cosmonauta disse...

muito interessante! Contudo prefiro a arte do absurdo da coreia do norte.