segunda-feira, abril 25, 2005

Cagar de Alto

Se bem me recordo, na ocasião que tive para trocar uma ou outra palavra contigo - ainda hei-de castigar o cabrão que isso permitiu - notei que a tua enorme cabeça - tal é a presunção - me chegava ao ombro.

Presumes que andei a apanhar pielas, a cair pelos cantos, entre outros. assumpção mais errada não podia haver; simplesmente achei que não devia mais dar azo a pessoas idiotas, por conseguinte tu. Mas não sei porque arte ou ardil, conseguiste que aqui voltasse e perdesse mais um pouco do meu tempo, porque outra expressão não poderia ser mais correcta, perder tempo.

Divertes-te com piadas mesquinhas e desengraçadas; no momento em que deixares de olhar para o teu umbigo verás, infelizmente, que o mundo é povoado de ombros e peitos, pois a tua altura, ao olhar de frente, não permite olhar mais alto; não só tão baixo, como consegues, mais uma vez não sei porque arte ou ardil, ter daquelas palas que os jericos usam.

Adiante. Não pretendo voltar a entrar em discussões estéreis, daquelas que tanto gostas de promover; acredita, por muito que me custe a admitir, são um insulto à tua inteligência.
Já pensaste em crescer? E não me refiro em centímetros...

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