quarta-feira, setembro 21, 2005

Dou por mim, reflexivo, a reflectir sobre diversos dilemas da minha existência, da meu interesse em retornar a tal local, este onde me encontro agora. Há um travo a podre aqui, um travo de conversas inúteis e totalmente desprovidas de interesse, de enxovalho pessoal.
Admito que fui um grande contribuidor para que as coisas tomassem esse rumo, mas qual ser ilumunado (e gordo!) que vós me considerais, achei que estava na altura de pôr cobro às vossas tarequices infantis.

No entanto, não deixo de lamentar algumas pessoas que não deixarão de utilizar esta ocasião para, mais uma vez, me encher de insultos a dizer que estou a amolecer e que já não pareço o mesmo arrivista anárquico.
Há quem tenha começado a escrever na precisa fase em que em encontrava afastado, por razões desta reflexão. O meur retorno só se deve a um pedido expresso, nada mais.
Reflicto agora sobre a necessidade da minha existência, da quantidade de posts que me são dirigidos, de formas pouco elogiosas e muito ofensivas. Mas tendo vantagem sobre vós, de saber quem são na sua maioria e de quase nenhum saber quem eu sou, rio-me ao ler essas misérias que escrevem a meu respeito.

Eu não morri e tampouco ressuscitei. Estou aqui, quer queiram, que não.
Para dar umas orelhadas a quem precisar. Isto é um aviso expresso ao Francisco Burnay e A Fénix.

1 comentário:

A Fénix de Schroedinger disse...

LOL! (Eu só uso isto no sentido literal da sigla. Perguntem ao Kurtz, caso haja duvidas.