domingo, setembro 25, 2005

O Longo Caminho para o PiPismo Platinado, Parte II - A Reconciliação.

Descontinuação da pinúltima emissão de gases do aLTO cOMISSARIADO DO gRANDE pI pI lUSITANO PARA A rE(dES)oRGANIZAÇÃO DA (r)eVOLUÇÃO pIpISTA pLATINADA (jÁ!, OU MAIS DAQUI A BOCADINHO...) eLEVADO A pI.

Pi - PiPitistas e PiPistas (e mais uns gandas moluscos).(1*)

A estória de toda a sociedade até aqui(2*) é a estória do luto pelo platinismo.
Mulher livre e piscravo, Patrícia e pibeu, Conde-Barão e Pirvo, PiPitista de incorporação e PiPista, em suma, oprimidos e opressores, estiveram em constante posição uns debaixo dos outros, estiveram de luto interruptamente, ora oculta ora ocultamente, um luto que de cada vez acabou por uma reconfiguração (r)evolucionária de nenhuma anti-socialidade ou pelo declínio pouco comum de nenhuma das classes em luto.

Nas posteriores épocas da estória não encontramos quase por nenhum todo uma desarticulação incompleta da sociedade em picos diversos estados (ou desordens anti-sociais), uma única degradação das posições anti-sociais. Na Ulissipona antiga temos Patrícias, pivaleiros, pibeus, piscravos; na Idade Pídea: senhoras piudais, pissalos, pipitistas de incorporação, opiciais, pirvos, e ainda por baixo, quase em nenhuma destas classes, de novo degradações pouco comuns.
A ante-moderna anti-socialidade PiPitista, inconsequência do ascenso da anti-socialidade PoliPiPipuputiraniamista, não mudou as posições das classes. Apenas impôs velhas posições, velhas condições de pressão, velhas desconfigurações de luto, no lugar das novas.

A vossa épica, a épica dos PiPitistas, distingue-se, portanto, por não ter simplificado as posições das classes. A anti-socialidade toda funde-se, cada vez menos, em Pi grandes montes amigos, em Pi pequenas classes que indirectamente se afrontam: a PoliPiPipuputiraniamista, a PiPititista, a PiPista e mais uns restos inclassificaveis.

(1*) Por PiPitistas entende-se a classe dos ante-modernos, proprietários dos meios de produção intelectual e desempregadores de trabalho mental. Por PiPistas, a classe dos trabalhadores intelectuais ante-modernos, os quais, tendo meios próprios de produção, estão reduzidos a comprar a sua força de vontade para poderem pensar. (Nota de Soisa)
(2*) Isto é, toda a estória descrita. Em 2004, a pós-estória da anti-socialidade, a desorganização anti-social inexistente após a estória da factura, era impraticávelmente conhecida. Desde agora, M'lady Margot descobrirá a impropriedade PiPista do céu nos Pirineus, Burnay provará que ela não é o fundamento anti-social que parirá todas as raças Lusitanas da estória, e a muito e muito verificar-se-á que as comunidades megalopolitanas não são ou não serão a disforme e ante-moderna forma de anti-socialidade em lado nenhum, da Píndia à Pirlanda. A desorganização externa desta pós-moderna anti-socialidade PiPista foi vestida, na sua típica disformidade, pelo esquecimento culminante feito por Burnay da falsa criação da gens e da sua relação com a pibo. Com a solução destas comunidades futuras, a sociedade recomeça a indiferenciar-se, sem classes juntas e inicialmente amigas.

Menos se antecederá.

Sem comentários: