sexta-feira, dezembro 28, 2007
quarta-feira, dezembro 26, 2007
Policarpo PiPista
«Todas as expressões de ateísmo, todas as formas existenciais de negação ou esquecimento de Deus, continuam a ser o maior drama da humanidade» (Exº Sr. Dr. D. Policarpo)
O PiPismo está com o D. Policarpo. O PiPismo, apesar de aplaudir vigorosamente as Suas palavras, lamenta que o D. Policarpo não tenha sido mais esclarecedor.
Vamos suprir essa falta, apresentado um ranking claro e visual dos problemas do mundo, por ordem de importância:
1- O drama Ateísmo e descrença
2- O holocausto do Aborto
3- A catástrofe do Homossexualismo
4- O flagelo da Pornografia
5- A miséria, guerras, doenças, poluição e essas tretas
Esclarecimento: o comunismo não surge na lista porque nem precisa de ser referido.
O PiPismo está com o D. Policarpo. O PiPismo, apesar de aplaudir vigorosamente as Suas palavras, lamenta que o D. Policarpo não tenha sido mais esclarecedor.
Vamos suprir essa falta, apresentado um ranking claro e visual dos problemas do mundo, por ordem de importância:
1- O drama Ateísmo e descrença
2- O holocausto do Aborto
3- A catástrofe do Homossexualismo
4- O flagelo da Pornografia
5- A miséria, guerras, doenças, poluição e essas tretas
Esclarecimento: o comunismo não surge na lista porque nem precisa de ser referido.
sexta-feira, dezembro 21, 2007
Vamos falar sobre Pipismo
«Serve esta pequena apresentação para falar sobre o Pipismo: conteúdos, objectivos, valores, aviões de papel e citações teóricas.
Inicialmente exporemos o título do trabalho, e de seguida passaremos ao índice onde resumiremos brevemente os tópicos desta apresentação. Aqui começaremos por referir que iremos expor o título do trabalho, e passar imediatemente de seguida ao índice, no qual serão apresentadas as diferentes partes que compõe este trabalho, a saber o título; o índice, no qual será abordado o conjunto de tópicos que compõe este trabalho; a definição de Pipismo; a história do movimento Pipista; e finalmente a resposta a todas as perguntas que nunca foram feitas.
No índice iremos descrever sumariamente o que compõe cada uma das partes do trabalho, incluindo o próprio índice, fazendo então referência à composição do índice que está a ser apresentado. Faremos notar que se trata de uma meta referência ao índice, pelo que o fazer notar dessa meta-referência acaba por surgir como uma meta-meta referência. Faremos então uma meta-meta-meta referência à construção de uma meta-meta referência, a qual será usada para construir uma meta-meta-meta-meta referência. Alcançaremos uma META-(meta*oo) referência ao abordarmos a questão da própria construção, por indução de qualquer nível de n-meta referência, mesmo que o símbolo utilizado para designar infinito (oo) seja uma treta de uns dois "o"s e não um símbolo decente. Desta forma repetiremos o símbolo de treta e abordaremos aquilo que acabámos de fazer com um tempo verbal perfeitamente desadequado, visto que se refere ao futuro (futuro do indicativo) e não ao passado recente (pretérito perfeito do indicativo / pretérito perfeito composto). Assim sendo, acabermos por fazer uma análise do próprio discurso com que exporemos o índice do nosso trabalho, correspondendo esta então à verdadeira meta-abordagem do índice do trabalho.
Lembraremos então os pressupostos básicos do Pipismo, dos quais concluiremos que nenhuma meta-abordagem foi feita a respeito do índice deste trabalho, pelo que todos os pressupostos de partida relativos ao índice estão por esclarecer.
Mas que raio de trabalho é que apresenta um índice sem sequer ter abordado e problematizado a linguagem com que este será apresentado? Que raio de trabalho é que assume pressupostos, e apresenta o índice como um conjunto de artigos de Fé, que o leitor apenas poderá acreditar sem questionar? Que raio de trabalho é que tem um índice que não se auto-questiona? Que não quer saber de si próprio? Que não é orgânico? Que não tem vida??
É um trabalho morto. Não é um trabalho PiPista, de certeza!
Ou, talvez por isso mesmo, apenas ele o seja. Mas conviremos que é PiPisticamente desadequado utilizar um trabalho PiPista para falar sobre o PiPismo.
Não sei quem é a besta que seria capaz de apresentar um trabalho asqueroso e vergonhoso como esse. Ou então começar a apresentar a ficar a meio, o que seria ainda pior.
Eu é que não sou.»
Inicialmente exporemos o título do trabalho, e de seguida passaremos ao índice onde resumiremos brevemente os tópicos desta apresentação. Aqui começaremos por referir que iremos expor o título do trabalho, e passar imediatemente de seguida ao índice, no qual serão apresentadas as diferentes partes que compõe este trabalho, a saber o título; o índice, no qual será abordado o conjunto de tópicos que compõe este trabalho; a definição de Pipismo; a história do movimento Pipista; e finalmente a resposta a todas as perguntas que nunca foram feitas.
No índice iremos descrever sumariamente o que compõe cada uma das partes do trabalho, incluindo o próprio índice, fazendo então referência à composição do índice que está a ser apresentado. Faremos notar que se trata de uma meta referência ao índice, pelo que o fazer notar dessa meta-referência acaba por surgir como uma meta-meta referência. Faremos então uma meta-meta-meta referência à construção de uma meta-meta referência, a qual será usada para construir uma meta-meta-meta-meta referência. Alcançaremos uma META-(meta*oo) referência ao abordarmos a questão da própria construção, por indução de qualquer nível de n-meta referência, mesmo que o símbolo utilizado para designar infinito (oo) seja uma treta de uns dois "o"s e não um símbolo decente. Desta forma repetiremos o símbolo de treta e abordaremos aquilo que acabámos de fazer com um tempo verbal perfeitamente desadequado, visto que se refere ao futuro (futuro do indicativo) e não ao passado recente (pretérito perfeito do indicativo / pretérito perfeito composto). Assim sendo, acabermos por fazer uma análise do próprio discurso com que exporemos o índice do nosso trabalho, correspondendo esta então à verdadeira meta-abordagem do índice do trabalho.
Lembraremos então os pressupostos básicos do Pipismo, dos quais concluiremos que nenhuma meta-abordagem foi feita a respeito do índice deste trabalho, pelo que todos os pressupostos de partida relativos ao índice estão por esclarecer.
Mas que raio de trabalho é que apresenta um índice sem sequer ter abordado e problematizado a linguagem com que este será apresentado? Que raio de trabalho é que assume pressupostos, e apresenta o índice como um conjunto de artigos de Fé, que o leitor apenas poderá acreditar sem questionar? Que raio de trabalho é que tem um índice que não se auto-questiona? Que não quer saber de si próprio? Que não é orgânico? Que não tem vida??
É um trabalho morto. Não é um trabalho PiPista, de certeza!
Ou, talvez por isso mesmo, apenas ele o seja. Mas conviremos que é PiPisticamente desadequado utilizar um trabalho PiPista para falar sobre o PiPismo.
Não sei quem é a besta que seria capaz de apresentar um trabalho asqueroso e vergonhoso como esse. Ou então começar a apresentar a ficar a meio, o que seria ainda pior.
Eu é que não sou.»
quarta-feira, dezembro 19, 2007
quarta-feira, dezembro 12, 2007
sexta-feira, dezembro 07, 2007
Porque é que os Americanos são tão bons a geografia?
Há questões às quais só o Pipismo pode responder:
E por falar nisso...
E por falar nisso...
sábado, dezembro 01, 2007
quinta-feira, novembro 29, 2007
sexta-feira, novembro 23, 2007
terça-feira, novembro 20, 2007
Jesus tinha problemas mentais
Mais precisamente, aquilo que em psicologia se chama um complexo messiânico.
quarta-feira, novembro 07, 2007
segunda-feira, novembro 05, 2007
A China é Pipista!
Sempre em cima do acontecimento, a agência noticiosa Pipista revela a verdade: o Pipismo Triunfará!
Atentem nestas notícias frescas vindas directamente da China:
'Policiais virtuais' patrulharão internet na China
Governo regulamenta a reencarnação
É mesmo verdade: quem quiser reencarnar em território chinês, tem de obter a autorização do governo.
Não, não é uma teocracia budista.
É uma utopia PiPista!
Atentem nestas notícias frescas vindas directamente da China:
'Policiais virtuais' patrulharão internet na China
Governo regulamenta a reencarnação
É mesmo verdade: quem quiser reencarnar em território chinês, tem de obter a autorização do governo.
Não, não é uma teocracia budista.
É uma utopia PiPista!
sábado, novembro 03, 2007
sexta-feira, novembro 02, 2007
Ziltoidia Attax!
'Omniverse News:
"Ziltoid has come far from across the Omniverse. He is currently hovering 5 miles above Qatar. He's fourth dimensional status gives him control of time. He can't alter it, but he can participate in it for fund. But, in order do bend it, he requires the perfect fuel for time travel: BLACK COFFEE." '
O Pipismo apoia Ziltoid! Soltaremos a nossa palavra pipista ao nosso compincha cósmico e talvez a matéria escura se transforme em café preto sempre que ele assim o desejar.
http://br.youtube.com/watch?v=viaRKlgQo3E
"Ziltoid has come far from across the Omniverse. He is currently hovering 5 miles above Qatar. He's fourth dimensional status gives him control of time. He can't alter it, but he can participate in it for fund. But, in order do bend it, he requires the perfect fuel for time travel: BLACK COFFEE." '
O Pipismo apoia Ziltoid! Soltaremos a nossa palavra pipista ao nosso compincha cósmico e talvez a matéria escura se transforme em café preto sempre que ele assim o desejar.
http://br.youtube.com/watch?v=viaRKlgQo3E
quinta-feira, novembro 01, 2007
terça-feira, outubro 30, 2007
domingo, outubro 28, 2007
Gamanço Descarado
a abordar
-o logotipo mais infeliz da história do desing
-X sandes mista sem fiambre
-gualter
-X my bum
-X terra plana
-Harry Potter e o terrorista em nome de Bento XVI
-o físico do homem e da mulher enquanto questão cultural
rascunho
por João Vasco 27-08-2007
O autor moral do crime foi Francisco Burnay
-o logotipo mais infeliz da história do desing
-X sandes mista sem fiambre
-gualter
-X my bum
-X terra plana
-Harry Potter e o terrorista em nome de Bento XVI
-o físico do homem e da mulher enquanto questão cultural
rascunho
por João Vasco 27-08-2007
O autor moral do crime foi Francisco Burnay
domingo, outubro 14, 2007
sexta-feira, outubro 05, 2007
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