1. É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico.
2. Deve evitar ao máx. a utiliz. de abrev., etc.
3. Anule aliterações altamente abusivas.
4. não esqueça as maiúsculas no inicio das frases.
5. Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.
6. O uso de parêntesis (mesmo quando for relevante) é desnecessário.
7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.
8. Evite o emprego de gíria, mesmo que pareça nice, tá fixe?
9. Palavras de baixo calão podem transformar o seu texto numa merda.
10. Nunca generalize: generalizar, é um erro em todas as situações.
11. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.
12. Não abuse das citações. Como costuma dizer um amigo meu: "Quem cita os outros não tem ideias próprias".
13. Frases incompletas podem causar
14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez, ou por outras palavras, não repita a mesma ideia várias vezes.
15. Seja mais ou menos específico.
16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!
17. A voz passiva deve ser evitada.
18. Utilize a pontuação correctamente o ponto e a vírgula especialmente será que já ninguém sabe utilizar o ponto de interrogação
19. Quem precisa de perguntas retóricas?
20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.
21. Exagerar é cem milhões de vezes pior do que a moderação.
22. Evite mesóclises. Repita comigo: "mesóclises: evitá-las-ei!"
23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.
24. Não abuse das exclamações! Nunca! O seu texto fica horrível!
25. Evite frases exageradamente longas, pois estas dificultam a compreensão da ideia nelas contida, e, por conterem mais que uma ideia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçam desta forma, o pobre leitor a separá-la nos seus diversos componentes, de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.
26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língúaa portuguêza.
27. Seja incisivo e coerente, ou não.
28. Não fique escrevendo no gerúndio. Você vai deixando seu texto pobre - causando ambiguidade - e esquisito, ficando com a sensação de que as coisas ainda estão acontecendo.
29. Constitui presunção juris et de jure que o uso anómico, ainda que meramente comodatário ou em fideicomisso, de tecnolecto demasiadamente conexionado com determinada profissão ou especialidade, sem a excussão prévia de léxico mais vernáculo, conduz inevitavelmente ao ónus superveniente do inadimplemento genérico, praticamente como o seu estilicídio, da pretensão comunicacional pretendida.
30. Outra barbaridade que deves evitar é usar muitas expressões que acabem por denunciar a região onde moras, carago!
(vindo daqui)
domingo, março 30, 2008
sexta-feira, março 28, 2008
terça-feira, março 25, 2008
sexta-feira, março 21, 2008
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
terça-feira, janeiro 08, 2008
sexta-feira, janeiro 04, 2008
sexta-feira, dezembro 28, 2007
quarta-feira, dezembro 26, 2007
Policarpo PiPista
«Todas as expressões de ateísmo, todas as formas existenciais de negação ou esquecimento de Deus, continuam a ser o maior drama da humanidade» (Exº Sr. Dr. D. Policarpo)
O PiPismo está com o D. Policarpo. O PiPismo, apesar de aplaudir vigorosamente as Suas palavras, lamenta que o D. Policarpo não tenha sido mais esclarecedor.
Vamos suprir essa falta, apresentado um ranking claro e visual dos problemas do mundo, por ordem de importância:
1- O drama Ateísmo e descrença
2- O holocausto do Aborto
3- A catástrofe do Homossexualismo
4- O flagelo da Pornografia
5- A miséria, guerras, doenças, poluição e essas tretas
Esclarecimento: o comunismo não surge na lista porque nem precisa de ser referido.
O PiPismo está com o D. Policarpo. O PiPismo, apesar de aplaudir vigorosamente as Suas palavras, lamenta que o D. Policarpo não tenha sido mais esclarecedor.
Vamos suprir essa falta, apresentado um ranking claro e visual dos problemas do mundo, por ordem de importância:
1- O drama Ateísmo e descrença
2- O holocausto do Aborto
3- A catástrofe do Homossexualismo
4- O flagelo da Pornografia
5- A miséria, guerras, doenças, poluição e essas tretas
Esclarecimento: o comunismo não surge na lista porque nem precisa de ser referido.
sexta-feira, dezembro 21, 2007
Vamos falar sobre Pipismo
«Serve esta pequena apresentação para falar sobre o Pipismo: conteúdos, objectivos, valores, aviões de papel e citações teóricas.
Inicialmente exporemos o título do trabalho, e de seguida passaremos ao índice onde resumiremos brevemente os tópicos desta apresentação. Aqui começaremos por referir que iremos expor o título do trabalho, e passar imediatemente de seguida ao índice, no qual serão apresentadas as diferentes partes que compõe este trabalho, a saber o título; o índice, no qual será abordado o conjunto de tópicos que compõe este trabalho; a definição de Pipismo; a história do movimento Pipista; e finalmente a resposta a todas as perguntas que nunca foram feitas.
No índice iremos descrever sumariamente o que compõe cada uma das partes do trabalho, incluindo o próprio índice, fazendo então referência à composição do índice que está a ser apresentado. Faremos notar que se trata de uma meta referência ao índice, pelo que o fazer notar dessa meta-referência acaba por surgir como uma meta-meta referência. Faremos então uma meta-meta-meta referência à construção de uma meta-meta referência, a qual será usada para construir uma meta-meta-meta-meta referência. Alcançaremos uma META-(meta*oo) referência ao abordarmos a questão da própria construção, por indução de qualquer nível de n-meta referência, mesmo que o símbolo utilizado para designar infinito (oo) seja uma treta de uns dois "o"s e não um símbolo decente. Desta forma repetiremos o símbolo de treta e abordaremos aquilo que acabámos de fazer com um tempo verbal perfeitamente desadequado, visto que se refere ao futuro (futuro do indicativo) e não ao passado recente (pretérito perfeito do indicativo / pretérito perfeito composto). Assim sendo, acabermos por fazer uma análise do próprio discurso com que exporemos o índice do nosso trabalho, correspondendo esta então à verdadeira meta-abordagem do índice do trabalho.
Lembraremos então os pressupostos básicos do Pipismo, dos quais concluiremos que nenhuma meta-abordagem foi feita a respeito do índice deste trabalho, pelo que todos os pressupostos de partida relativos ao índice estão por esclarecer.
Mas que raio de trabalho é que apresenta um índice sem sequer ter abordado e problematizado a linguagem com que este será apresentado? Que raio de trabalho é que assume pressupostos, e apresenta o índice como um conjunto de artigos de Fé, que o leitor apenas poderá acreditar sem questionar? Que raio de trabalho é que tem um índice que não se auto-questiona? Que não quer saber de si próprio? Que não é orgânico? Que não tem vida??
É um trabalho morto. Não é um trabalho PiPista, de certeza!
Ou, talvez por isso mesmo, apenas ele o seja. Mas conviremos que é PiPisticamente desadequado utilizar um trabalho PiPista para falar sobre o PiPismo.
Não sei quem é a besta que seria capaz de apresentar um trabalho asqueroso e vergonhoso como esse. Ou então começar a apresentar a ficar a meio, o que seria ainda pior.
Eu é que não sou.»
Inicialmente exporemos o título do trabalho, e de seguida passaremos ao índice onde resumiremos brevemente os tópicos desta apresentação. Aqui começaremos por referir que iremos expor o título do trabalho, e passar imediatemente de seguida ao índice, no qual serão apresentadas as diferentes partes que compõe este trabalho, a saber o título; o índice, no qual será abordado o conjunto de tópicos que compõe este trabalho; a definição de Pipismo; a história do movimento Pipista; e finalmente a resposta a todas as perguntas que nunca foram feitas.
No índice iremos descrever sumariamente o que compõe cada uma das partes do trabalho, incluindo o próprio índice, fazendo então referência à composição do índice que está a ser apresentado. Faremos notar que se trata de uma meta referência ao índice, pelo que o fazer notar dessa meta-referência acaba por surgir como uma meta-meta referência. Faremos então uma meta-meta-meta referência à construção de uma meta-meta referência, a qual será usada para construir uma meta-meta-meta-meta referência. Alcançaremos uma META-(meta*oo) referência ao abordarmos a questão da própria construção, por indução de qualquer nível de n-meta referência, mesmo que o símbolo utilizado para designar infinito (oo) seja uma treta de uns dois "o"s e não um símbolo decente. Desta forma repetiremos o símbolo de treta e abordaremos aquilo que acabámos de fazer com um tempo verbal perfeitamente desadequado, visto que se refere ao futuro (futuro do indicativo) e não ao passado recente (pretérito perfeito do indicativo / pretérito perfeito composto). Assim sendo, acabermos por fazer uma análise do próprio discurso com que exporemos o índice do nosso trabalho, correspondendo esta então à verdadeira meta-abordagem do índice do trabalho.
Lembraremos então os pressupostos básicos do Pipismo, dos quais concluiremos que nenhuma meta-abordagem foi feita a respeito do índice deste trabalho, pelo que todos os pressupostos de partida relativos ao índice estão por esclarecer.
Mas que raio de trabalho é que apresenta um índice sem sequer ter abordado e problematizado a linguagem com que este será apresentado? Que raio de trabalho é que assume pressupostos, e apresenta o índice como um conjunto de artigos de Fé, que o leitor apenas poderá acreditar sem questionar? Que raio de trabalho é que tem um índice que não se auto-questiona? Que não quer saber de si próprio? Que não é orgânico? Que não tem vida??
É um trabalho morto. Não é um trabalho PiPista, de certeza!
Ou, talvez por isso mesmo, apenas ele o seja. Mas conviremos que é PiPisticamente desadequado utilizar um trabalho PiPista para falar sobre o PiPismo.
Não sei quem é a besta que seria capaz de apresentar um trabalho asqueroso e vergonhoso como esse. Ou então começar a apresentar a ficar a meio, o que seria ainda pior.
Eu é que não sou.»
quarta-feira, dezembro 19, 2007
quarta-feira, dezembro 12, 2007
sexta-feira, dezembro 07, 2007
Porque é que os Americanos são tão bons a geografia?
Há questões às quais só o Pipismo pode responder:
E por falar nisso...
E por falar nisso...
sábado, dezembro 01, 2007
quinta-feira, novembro 29, 2007
sexta-feira, novembro 23, 2007
terça-feira, novembro 20, 2007
Jesus tinha problemas mentais
Mais precisamente, aquilo que em psicologia se chama um complexo messiânico.
quarta-feira, novembro 07, 2007
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