terça-feira, dezembro 28, 2010
Pulseiras pipistas
Estudo confirma: pulseiras do "equilíbrio" são definitivamente pulseiras. Podem usar-se no tornozelo com o mesmo efeito, mas afectam a capacidade respiratória se inaladas inteiras.
terça-feira, dezembro 14, 2010
Uma grande descoberta
Mas atenção: só para a Medicina...
Outra descoberta de M M Tai é a de um misterioso pó negro que, quando em combustão, liberta grandes quantidades de gás e calor. A descoberta poderá vir a ser usada para, por exemplo, rebentar com o Parlamento inglês em 1605.
Outra descoberta de M M Tai é a de um misterioso pó negro que, quando em combustão, liberta grandes quantidades de gás e calor. A descoberta poderá vir a ser usada para, por exemplo, rebentar com o Parlamento inglês em 1605.
terça-feira, dezembro 07, 2010
segunda-feira, dezembro 06, 2010
o Sol
Em 26 de Maio de 2005, às 20:25, armakáu escreveu e publicou antes que se arrependesse:
«Eu sou o senhor do Sol. (democraticamente, claro)
Quem quiser directamente usufruir do Sol tem de me pagar uma taxa, por energia recebida. (reparar que não é preciso usufruir do Sol, basta querer usufruir para ter de pagar a taxa)
Quem usufruir indirectamente do Sol, tem que pagar uma taxa que eu considere adequada.
Quem pagar pode continuar a viver inutilmente a sua vida, de modo igual ao que tem vivido (embora sem o fardo do dinheiro)»
A PiPifrecia não foi esquecida.
Melhor, foi concretizada.
O tempo é uma ilusão e a operação Sol Platinado já começou. Atentem nas notícias recentes (no expresso, via Pancadas de meia noite):
«A estrela que nos ilumina, aquece e está no centro da nossa galáxia deve estar a sentir que perdeu toda a sua magnificência: a espanhola Angeles Durán foi a um notário e registou-se Como a dona do... Sol.
Vários funcionários de um cartório espanhol ficaram estupefactos quando Angeles Durán se lhes dirigiu para se registar como a proprietária, não de um veículo, muito menos de uma propriedade. Angeles Durán quer ser a proprietária do sol. Este Sol é mesmo o astro solar, para que não haja dúvidas.
Segundo o jornal "La Voz de Galicia", o notário riu-se depois das primeiras palavras saírem da boca desta espanhola. Depois recompôs-se, a tempo de ouvir Angeles Durán insistir: "Sou proprietária do Sol, estrela de tipo espetral G2, que se encontra no centro do sistema solar, situada a uma distância média da Terra de aproximadamente 149.600.000 quilómetros". Desconhece-se se o notário voltou a sorrir ou não.
Ao jornal espanhol esta mulher disse existir "um acordo internacional que impede qualquer país de ser o dono de planetas", mas esse acordo não se refere aos cidadãos. "Há um americano que é detentor de quase todos os planetas e da Lua, mas não do Sol".
Negócio solidário
Angeles Durán afirmou já se ter reunido com o Ministério da Indústria espanhol, a quem explicou querer cobrar uma taxa pelo uso da energia solar... A nível mundial.
"Se se paga pelos rios, porque não?", pergunta Angeles Durán, que já tem estabelecida a distribuição dos lucros de um eventual negócio à custa do Sol: 50% das receitas serão entregues para o Orçamento do Estado, 20% destinam-se às pensões mínimas, 10% para pesquisa e saúde, 10% para erradicar a fome e os restantes 10% vão para o seu bolso.
Só que há um problema legislativo na lógica deste negócio (decerto que haverá mais problemas noutras categorias diversas). Para esta espanhola, que mora em Salvaterra de Miño, junto à fronteira portuguesa, a dois quilómetros do concelho nortenho de Monção, se tornar a nova proprietária do nosso Sol, Angeles Durán tem de ver o seu pedido aprovado pelo Conservatório de Registo de Propriedade espanhol que, por acaso, não calha ter competências sobre o sistema solar.
Ao ler o artigo do jornal espanhol também se fica a saber que o despacho do pedido de Angeles Durán, entretanto aprovado pelo senhor que se riu dela, está agora na localidade de O Porriño, numa urbanização com o nome "El Sol".
Se alguém ficar ofendido com o absurdo da ideia desta mulher, ou apenas pelo facto de não ter tido esta ideia primeiro, e caso Angeles Durán se torne, de facto, na proprietária do Sol, será sempre de considerar a hipótese de lhe mover um processo na eventualidade de um escaldão ou uma insolação...»
Falta acertar uns detalhes, mas isto é o PiPismo em marcha!!
«Eu sou o senhor do Sol. (democraticamente, claro)
Quem quiser directamente usufruir do Sol tem de me pagar uma taxa, por energia recebida. (reparar que não é preciso usufruir do Sol, basta querer usufruir para ter de pagar a taxa)
Quem usufruir indirectamente do Sol, tem que pagar uma taxa que eu considere adequada.
Quem pagar pode continuar a viver inutilmente a sua vida, de modo igual ao que tem vivido (embora sem o fardo do dinheiro)»
A PiPifrecia não foi esquecida.
Melhor, foi concretizada.
O tempo é uma ilusão e a operação Sol Platinado já começou. Atentem nas notícias recentes (no expresso, via Pancadas de meia noite):
«A estrela que nos ilumina, aquece e está no centro da nossa galáxia deve estar a sentir que perdeu toda a sua magnificência: a espanhola Angeles Durán foi a um notário e registou-se Como a dona do... Sol.
Vários funcionários de um cartório espanhol ficaram estupefactos quando Angeles Durán se lhes dirigiu para se registar como a proprietária, não de um veículo, muito menos de uma propriedade. Angeles Durán quer ser a proprietária do sol. Este Sol é mesmo o astro solar, para que não haja dúvidas.
Segundo o jornal "La Voz de Galicia", o notário riu-se depois das primeiras palavras saírem da boca desta espanhola. Depois recompôs-se, a tempo de ouvir Angeles Durán insistir: "Sou proprietária do Sol, estrela de tipo espetral G2, que se encontra no centro do sistema solar, situada a uma distância média da Terra de aproximadamente 149.600.000 quilómetros". Desconhece-se se o notário voltou a sorrir ou não.
Ao jornal espanhol esta mulher disse existir "um acordo internacional que impede qualquer país de ser o dono de planetas", mas esse acordo não se refere aos cidadãos. "Há um americano que é detentor de quase todos os planetas e da Lua, mas não do Sol".
Negócio solidário
Angeles Durán afirmou já se ter reunido com o Ministério da Indústria espanhol, a quem explicou querer cobrar uma taxa pelo uso da energia solar... A nível mundial.
"Se se paga pelos rios, porque não?", pergunta Angeles Durán, que já tem estabelecida a distribuição dos lucros de um eventual negócio à custa do Sol: 50% das receitas serão entregues para o Orçamento do Estado, 20% destinam-se às pensões mínimas, 10% para pesquisa e saúde, 10% para erradicar a fome e os restantes 10% vão para o seu bolso.
Só que há um problema legislativo na lógica deste negócio (decerto que haverá mais problemas noutras categorias diversas). Para esta espanhola, que mora em Salvaterra de Miño, junto à fronteira portuguesa, a dois quilómetros do concelho nortenho de Monção, se tornar a nova proprietária do nosso Sol, Angeles Durán tem de ver o seu pedido aprovado pelo Conservatório de Registo de Propriedade espanhol que, por acaso, não calha ter competências sobre o sistema solar.
Ao ler o artigo do jornal espanhol também se fica a saber que o despacho do pedido de Angeles Durán, entretanto aprovado pelo senhor que se riu dela, está agora na localidade de O Porriño, numa urbanização com o nome "El Sol".
Se alguém ficar ofendido com o absurdo da ideia desta mulher, ou apenas pelo facto de não ter tido esta ideia primeiro, e caso Angeles Durán se torne, de facto, na proprietária do Sol, será sempre de considerar a hipótese de lhe mover um processo na eventualidade de um escaldão ou uma insolação...»
Falta acertar uns detalhes, mas isto é o PiPismo em marcha!!
sábado, dezembro 04, 2010
Metereologia PiPista
Com a aproximação do Inverno, os índios foram ter com o chefe:
- Chefe, o Inverno este ano será rigoroso ou ameno?
O chefe, vivendo tempos modernos, não tinha aprendido como seus ancestrais os segredos de meteorologia. Mas claro, não podia demonstrar insegurança ou dúvida. Olhou para o céu, estendeu as mãos para sentir os ventos e em tom sereno e firme disse:
- Teremos um Inverno muito forte… é bom ir apanhar muita lenha!
Na semana seguinte, preocupado com a sua previsão, telefonou para o Serviço Nacional de Meteorologia e ouviu a resposta:
- Sim, o Inverno deste ano será frio!
Sentindo-se mais seguro, dirigiu-se de novo ao seu povo:
- É melhor recolhermos mais lenha… Vamos ter um Inverno rigoroso!
Dois dias depois, ligou novamente para o Serviço Meteorológico e ouviu a confirmação:
- Sim… Este ano o Inverno será rigoroso!
Voltou ao povo e disse:
- Teremos um Inverno muito rigoroso. Recolham todo e qualquer pedaço de lenha que encontrarem, teremos que aproveitar até os galhos.
Uma semana depois, ainda não satisfeito, ligou para o Serviço
Meteorológico outra vez:
- Vocês têm certeza de que teremos um Inverno tão rigoroso assim?
- Sim, responde o meteorologista de plantão. Este ano teremos um frio muito intenso, sem dúvida.
- Como têm vocês assim tanta certeza?
- É que este ano os índios estão a apanhar muita lenha!…
- Chefe, o Inverno este ano será rigoroso ou ameno?
O chefe, vivendo tempos modernos, não tinha aprendido como seus ancestrais os segredos de meteorologia. Mas claro, não podia demonstrar insegurança ou dúvida. Olhou para o céu, estendeu as mãos para sentir os ventos e em tom sereno e firme disse:
- Teremos um Inverno muito forte… é bom ir apanhar muita lenha!
Na semana seguinte, preocupado com a sua previsão, telefonou para o Serviço Nacional de Meteorologia e ouviu a resposta:
- Sim, o Inverno deste ano será frio!
Sentindo-se mais seguro, dirigiu-se de novo ao seu povo:
- É melhor recolhermos mais lenha… Vamos ter um Inverno rigoroso!
Dois dias depois, ligou novamente para o Serviço Meteorológico e ouviu a confirmação:
- Sim… Este ano o Inverno será rigoroso!
Voltou ao povo e disse:
- Teremos um Inverno muito rigoroso. Recolham todo e qualquer pedaço de lenha que encontrarem, teremos que aproveitar até os galhos.
Uma semana depois, ainda não satisfeito, ligou para o Serviço
Meteorológico outra vez:
- Vocês têm certeza de que teremos um Inverno tão rigoroso assim?
- Sim, responde o meteorologista de plantão. Este ano teremos um frio muito intenso, sem dúvida.
- Como têm vocês assim tanta certeza?
- É que este ano os índios estão a apanhar muita lenha!…
quinta-feira, dezembro 02, 2010
quinta-feira, novembro 25, 2010
Os trabalhos domésticos SÃO divertidos!
«Procuro empregada doméstica
Para limpezas 1 vez por semana. Tem de ser atrevida fazer as limpezas em topless com convivio. Assunto sério.»
Pipista que não sabe que o é
Para limpezas 1 vez por semana. Tem de ser atrevida fazer as limpezas em topless com convivio. Assunto sério.»
Pipista que não sabe que o é
quarta-feira, novembro 24, 2010
terça-feira, novembro 16, 2010
Credibilidade
«Nada como recorrer a citações alheias para ganhar credibilidade»
Margarida Ferreira
Existe uma relação simbiótica entre o PiPismo e a credibilidade. O primeiro como sendo a fonte de Tudo, é também a fonte de toda a credibilidade. A segunda, por razão de ser o que é, dá ao PiPismo a credibilidade que sempre teve.
O PiPismo é credível na medida em que é incrível, e incrível é o Real. Se a realidade ultrapassa a ficção, e imita a arte, o mais plausível é o inacreditável. E é neste contexto que os PiPifretas são dignos de maior crédito, quer pelo alcance da sua Visão, quer pela sensatez e sabedoria de eternidades vividas, quer pela reflexão profunda e conhecimento erudito que presidem a qualquer pronunciamento seu sobre a realidade material e imaterial.
Falar sobre o real, o concreto, o palpável, é poesia. É a poesia do real. É navegar, é ir mais longe. É mergulhar no Futuro e no Passado. É emergir no presente, com olhos postos na intemporalidade. Já Fernando Pessoa dizia «De Porquê, e de Passando...,
Turbilhão de Ignorado»...
Mas se a Mentira nasce da Verdade, não é menos verdade que a Verdade nasce da Mentira. A Mentira da ilusão que a Verdade existe. Ela Existe, sim, mas é a Verdade PiPista. A única verdadeira, na sua multiplicidade.
E se assim é, quem mais credível que o PiPifreta que não sabe que o é? Que cada um de nós? Que todos e ninguém?
O PiPismo também é isto. Também é a pergunta. Também é a eterna Dúvida. Também é a mais humilde e desconcertante Dúvida que nunca deixará de o ser.
Mas o PiPismo é também Esperança. Mas o PiPismo é também a Resposta.
É também a certeza da Verdade.
A certeza eterna da Verdade.
A certeza da Verdade Eterna.
A certeza eterna da Verdade Eterna.
É desta certeza no inacreditável, é desta Verdade incrível, que nasce a credibilidade PiPista. Aliás, a este propósito convém lembrar a máxima de Norberto França - «Não há nada que não pareça erudito com meia citação poética e três reticências». E como todos sabemos, a erudição é credível.
Caso seja erudição PiPista, claro está.
Margarida Ferreira
Existe uma relação simbiótica entre o PiPismo e a credibilidade. O primeiro como sendo a fonte de Tudo, é também a fonte de toda a credibilidade. A segunda, por razão de ser o que é, dá ao PiPismo a credibilidade que sempre teve.
O PiPismo é credível na medida em que é incrível, e incrível é o Real. Se a realidade ultrapassa a ficção, e imita a arte, o mais plausível é o inacreditável. E é neste contexto que os PiPifretas são dignos de maior crédito, quer pelo alcance da sua Visão, quer pela sensatez e sabedoria de eternidades vividas, quer pela reflexão profunda e conhecimento erudito que presidem a qualquer pronunciamento seu sobre a realidade material e imaterial.
Falar sobre o real, o concreto, o palpável, é poesia. É a poesia do real. É navegar, é ir mais longe. É mergulhar no Futuro e no Passado. É emergir no presente, com olhos postos na intemporalidade. Já Fernando Pessoa dizia «De Porquê, e de Passando...,
Turbilhão de Ignorado»...
Mas se a Mentira nasce da Verdade, não é menos verdade que a Verdade nasce da Mentira. A Mentira da ilusão que a Verdade existe. Ela Existe, sim, mas é a Verdade PiPista. A única verdadeira, na sua multiplicidade.
E se assim é, quem mais credível que o PiPifreta que não sabe que o é? Que cada um de nós? Que todos e ninguém?
O PiPismo também é isto. Também é a pergunta. Também é a eterna Dúvida. Também é a mais humilde e desconcertante Dúvida que nunca deixará de o ser.
Mas o PiPismo é também Esperança. Mas o PiPismo é também a Resposta.
É também a certeza da Verdade.
A certeza eterna da Verdade.
A certeza da Verdade Eterna.
A certeza eterna da Verdade Eterna.
É desta certeza no inacreditável, é desta Verdade incrível, que nasce a credibilidade PiPista. Aliás, a este propósito convém lembrar a máxima de Norberto França - «Não há nada que não pareça erudito com meia citação poética e três reticências». E como todos sabemos, a erudição é credível.
Caso seja erudição PiPista, claro está.
quarta-feira, novembro 10, 2010
Magusto
Aviso:
Uma vez que o espaço reservado para o magusto do GASIST já está ocupado por duas outras entidades que resolveram violar o princípio de exclusão de Pauli, o GASIST irá usufruir de outro local, que é a cabeça do gestor de espaços da AEIST.
É um espaço amplo, apesar de ventoso. Pede-se a colaboração de todos em não incomodar a mula residente. Obrigado.
Uma vez que o espaço reservado para o magusto do GASIST já está ocupado por duas outras entidades que resolveram violar o princípio de exclusão de Pauli, o GASIST irá usufruir de outro local, que é a cabeça do gestor de espaços da AEIST.
É um espaço amplo, apesar de ventoso. Pede-se a colaboração de todos em não incomodar a mula residente. Obrigado.
sábado, novembro 06, 2010
terça-feira, novembro 02, 2010
Fracção PiPista
«O que é isso de Deus fraccionar-se?»
Podemos entendê-lo como um mistério da fé, se quiseres. Ou talvez seja melhor escrever "mistério" da "fé", para se tornar ainda mais vago. E, nessa óptica, temos Deus, que é sempre uno, e sempre triuno, que não existe no espaço e no tempo mas está em todos os lugares e todos os momentos, a fraccionar-se na sua unicidade, ou a unir-se, por assim dizer, na sua "fraccionalidade", por forma a constituir relação. No fundo, o Eu pelo Outro e o Outro em Mim, que sou Eu, mas que o Outro olha e diz, pá, não és nada Eu, que Eu sou Eu e tu és é o Outro.
Podemos entendê-lo como um mistério da fé, se quiseres. Ou talvez seja melhor escrever "mistério" da "fé", para se tornar ainda mais vago. E, nessa óptica, temos Deus, que é sempre uno, e sempre triuno, que não existe no espaço e no tempo mas está em todos os lugares e todos os momentos, a fraccionar-se na sua unicidade, ou a unir-se, por assim dizer, na sua "fraccionalidade", por forma a constituir relação. No fundo, o Eu pelo Outro e o Outro em Mim, que sou Eu, mas que o Outro olha e diz, pá, não és nada Eu, que Eu sou Eu e tu és é o Outro.
quinta-feira, outubro 14, 2010
sexta-feira, setembro 24, 2010
quarta-feira, setembro 22, 2010
domingo, setembro 12, 2010
sexta-feira, setembro 10, 2010
sexta-feira, setembro 03, 2010
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