quinta-feira, janeiro 13, 2011

Anita, explica...

Desculpem inundar com estes videos o pipismo mas descobri na Anita uma mina de ouro no que diz respeito aos temas da actualidade.
No primeiro vídeo Anita mostra os perigos das constipações que podem surgir por "nos esquecermos do chapeu" ou "dormir destapado" (incomóda-me um pouco esta fascinação pelos assuntos da cama quer esta rapariga possui). Se substituíssemos chapéu por preservativo e "dormir destapado" por sexo sem protecção, tínhamos sem dúvida um belo anuncio para a Abraço.




Para os caros leitores que não sofreram um acidente vascular encefálico nos últimos minutos, apresento-vos este segundo vídeo do autocarro que roda e roda... Reparei primeiro que do lado esquerdo está uma estranha personagem mascarada e vestida de licra preta. Parece um misto entre super heroi e uma personagem do filme Eyes Wide Shut. MEDO!
Anita mete-se agora a retratar os vários movimentos do autocarro: abre e fecha, abre e fecha... depois sobe e desce, sobe e desde.
Se tirarem a música e virem apenas a coreografia, percebem a componente de cariz sexual aqui envolvida. Se tivermos em conta aquela mini-saia rosa e as botas brancas felpudas, acho que iria satisfazer muitas fantasias de muita gente.





Minhoca Pipista

Tinha de partilhar esta pérola de educação infantil.
Desde novos que ensinamos os jovens rebentos a "beijar na minhoca" e incitamos às práticas do 69...

sexta-feira, janeiro 07, 2011

PiPismo Científico

A Ciência é uma narrativa PiPista, tal como a Astrologia e a Filatelia, e o capítulo mais recente é a entrega do «Prémio México Ciência e Tecnologia 2010» ao PiPifreta que anunciou estas verdades surpreendentes, sempre por todos conhecidas, nessa obra maior da literatura e da ciência, esse discurso sobre o discurso.

Minotauro PiPista



Vindo daqui

terça-feira, dezembro 28, 2010

Pulseiras pipistas

Estudo confirma: pulseiras do "equilíbrio" são definitivamente pulseiras. Podem usar-se no tornozelo com o mesmo efeito, mas afectam a capacidade respiratória se inaladas inteiras.

terça-feira, dezembro 14, 2010

Uma grande descoberta

Mas atenção: só para a Medicina...

Outra descoberta de M M Tai é a de um misterioso pó negro que, quando em combustão, liberta grandes quantidades de gás e calor. A descoberta poderá vir a ser usada para, por exemplo, rebentar com o Parlamento inglês em 1605.

terça-feira, dezembro 07, 2010

segunda-feira, dezembro 06, 2010

o Sol

Em 26 de Maio de 2005, às 20:25, armakáu escreveu e publicou antes que se arrependesse:

«Eu sou o senhor do Sol. (democraticamente, claro)

Quem quiser directamente usufruir do Sol tem de me pagar uma taxa, por energia recebida. (reparar que não é preciso usufruir do Sol, basta querer usufruir para ter de pagar a taxa)

Quem usufruir indirectamente do Sol, tem que pagar uma taxa que eu considere adequada.

Quem pagar pode continuar a viver inutilmente a sua vida, de modo igual ao que tem vivido (embora sem o fardo do dinheiro)
»

A PiPifrecia não foi esquecida.
Melhor, foi concretizada.

O tempo é uma ilusão e a operação Sol Platinado já começou. Atentem nas notícias recentes (no expresso, via Pancadas de meia noite):

«A estrela que nos ilumina, aquece e está no centro da nossa galáxia deve estar a sentir que perdeu toda a sua magnificência: a espanhola Angeles Durán foi a um notário e registou-se Como a dona do... Sol.
Vários funcionários de um cartório espanhol ficaram estupefactos quando Angeles Durán se lhes dirigiu para se registar como a proprietária, não de um veículo, muito menos de uma propriedade. Angeles Durán quer ser a proprietária do sol. Este Sol é mesmo o astro solar, para que não haja dúvidas.

Segundo o jornal "La Voz de Galicia", o notário riu-se depois das primeiras palavras saírem da boca desta espanhola. Depois recompôs-se, a tempo de ouvir Angeles Durán insistir: "Sou proprietária do Sol, estrela de tipo espetral G2, que se encontra no centro do sistema solar, situada a uma distância média da Terra de aproximadamente 149.600.000 quilómetros". Desconhece-se se o notário voltou a sorrir ou não.

Ao jornal espanhol esta mulher disse existir "um acordo internacional que impede qualquer país de ser o dono de planetas", mas esse acordo não se refere aos cidadãos. "Há um americano que é detentor de quase todos os planetas e da Lua, mas não do Sol".

Negócio solidário

Angeles Durán afirmou já se ter reunido com o Ministério da Indústria espanhol, a quem explicou querer cobrar uma taxa pelo uso da energia solar... A nível mundial.

"Se se paga pelos rios, porque não?", pergunta Angeles Durán, que já tem estabelecida a distribuição dos lucros de um eventual negócio à custa do Sol: 50% das receitas serão entregues para o Orçamento do Estado, 20% destinam-se às pensões mínimas, 10% para pesquisa e saúde, 10% para erradicar a fome e os restantes 10% vão para o seu bolso.

Só que há um problema legislativo na lógica deste negócio (decerto que haverá mais problemas noutras categorias diversas). Para esta espanhola, que mora em Salvaterra de Miño, junto à fronteira portuguesa, a dois quilómetros do concelho nortenho de Monção, se tornar a nova proprietária do nosso Sol, Angeles Durán tem de ver o seu pedido aprovado pelo Conservatório de Registo de Propriedade espanhol que, por acaso, não calha ter competências sobre o sistema solar.

Ao ler o artigo do jornal espanhol também se fica a saber que o despacho do pedido de Angeles Durán, entretanto aprovado pelo senhor que se riu dela, está agora na localidade de O Porriño, numa urbanização com o nome "El Sol".

Se alguém ficar ofendido com o absurdo da ideia desta mulher, ou apenas pelo facto de não ter tido esta ideia primeiro, e caso Angeles Durán se torne, de facto, na proprietária do Sol, será sempre de considerar a hipótese de lhe mover um processo na eventualidade de um escaldão ou uma insolação...
»

Falta acertar uns detalhes, mas isto é o PiPismo em marcha!!

sábado, dezembro 04, 2010

Metereologia PiPista

Com a aproximação do Inverno, os índios foram ter com o chefe:
- Chefe, o Inverno este ano será rigoroso ou ameno?
O chefe, vivendo tempos modernos, não tinha aprendido como seus ancestrais os segredos de meteorologia. Mas claro, não podia demonstrar insegurança ou dúvida. Olhou para o céu, estendeu as mãos para sentir os ventos e em tom sereno e firme disse:
- Teremos um Inverno muito forte… é bom ir apanhar muita lenha!
Na semana seguinte, preocupado com a sua previsão, telefonou para o Serviço Nacional de Meteorologia e ouviu a resposta:
- Sim, o Inverno deste ano será frio!
Sentindo-se mais seguro, dirigiu-se de novo ao seu povo:
- É melhor recolhermos mais lenha… Vamos ter um Inverno rigoroso!
Dois dias depois, ligou novamente para o Serviço Meteorológico e ouviu a confirmação:
- Sim… Este ano o Inverno será rigoroso!
Voltou ao povo e disse:
- Teremos um Inverno muito rigoroso. Recolham todo e qualquer pedaço de lenha que encontrarem, teremos que aproveitar até os galhos.
Uma semana depois, ainda não satisfeito, ligou para o Serviço
Meteorológico outra vez:
- Vocês têm certeza de que teremos um Inverno tão rigoroso assim?
- Sim, responde o meteorologista de plantão. Este ano teremos um frio muito intenso, sem dúvida.
- Como têm vocês assim tanta certeza?
- É que este ano os índios estão a apanhar muita lenha!…

terça-feira, novembro 16, 2010

Credibilidade

«Nada como recorrer a citações alheias para ganhar credibilidade»
Margarida Ferreira


Existe uma relação simbiótica entre o PiPismo e a credibilidade. O primeiro como sendo a fonte de Tudo, é também a fonte de toda a credibilidade. A segunda, por razão de ser o que é, dá ao PiPismo a credibilidade que sempre teve.

O PiPismo é credível na medida em que é incrível, e incrível é o Real. Se a realidade ultrapassa a ficção, e imita a arte, o mais plausível é o inacreditável. E é neste contexto que os PiPifretas são dignos de maior crédito, quer pelo alcance da sua Visão, quer pela sensatez e sabedoria de eternidades vividas, quer pela reflexão profunda e conhecimento erudito que presidem a qualquer pronunciamento seu sobre a realidade material e imaterial.

Falar sobre o real, o concreto, o palpável, é poesia. É a poesia do real. É navegar, é ir mais longe. É mergulhar no Futuro e no Passado. É emergir no presente, com olhos postos na intemporalidade. Já Fernando Pessoa dizia «De Porquê, e de Passando...,
Turbilhão de Ignorado»...

Mas se a Mentira nasce da Verdade, não é menos verdade que a Verdade nasce da Mentira. A Mentira da ilusão que a Verdade existe. Ela Existe, sim, mas é a Verdade PiPista. A única verdadeira, na sua multiplicidade.

E se assim é, quem mais credível que o PiPifreta que não sabe que o é? Que cada um de nós? Que todos e ninguém?
O PiPismo também é isto. Também é a pergunta. Também é a eterna Dúvida. Também é a mais humilde e desconcertante Dúvida que nunca deixará de o ser.

Mas o PiPismo é também Esperança. Mas o PiPismo é também a Resposta.
É também a certeza da Verdade.
A certeza eterna da Verdade.
A certeza da Verdade Eterna.
A certeza eterna da Verdade Eterna.

É desta certeza no inacreditável, é desta Verdade incrível, que nasce a credibilidade PiPista. Aliás, a este propósito convém lembrar a máxima de Norberto França - «Não há nada que não pareça erudito com meia citação poética e três reticências». E como todos sabemos, a erudição é credível.

Caso seja erudição PiPista, claro está.

quarta-feira, novembro 10, 2010

Magusto

Aviso:

Uma vez que o espaço reservado para o magusto do GASIST já está ocupado por duas outras entidades que resolveram violar o princípio de exclusão de Pauli, o GASIST irá usufruir de outro local, que é a cabeça do gestor de espaços da AEIST.

É um espaço amplo, apesar de ventoso. Pede-se a colaboração de todos em não incomodar a mula residente. Obrigado.

terça-feira, novembro 02, 2010

Fracção PiPista

«O que é isso de Deus fraccionar-se?»

Podemos entendê-lo como um mistério da fé, se quiseres. Ou talvez seja melhor escrever "mistério" da "fé", para se tornar ainda mais vago. E, nessa óptica, temos Deus, que é sempre uno, e sempre triuno, que não existe no espaço e no tempo mas está em todos os lugares e todos os momentos, a fraccionar-se na sua unicidade, ou a unir-se, por assim dizer, na sua "fraccionalidade", por forma a constituir relação. No fundo, o Eu pelo Outro e o Outro em Mim, que sou Eu, mas que o Outro olha e diz, pá, não és nada Eu, que Eu sou Eu e tu és é o Outro.