segunda-feira, outubro 27, 2008

O prato de arroz PiPista

Temos um prato de arroz com X grãos lá dentro, e o prato não está cheio.
Não importa quanto é X, não é por acrescentarmos um grão que o prato passa a estar cheio.

Assim, se formos acrescentando arroz ao prato grão a grão, ele nunca poderá ficar cheio: ou o prato já estava cheio, e um grão a mais não muda nada, ou não estava cheio, e não é por um grão que passa a estar. Nunca existe um acrescento unitário que o torne cheio.

Assim, se queremos um prato de arroz infinito, basta enchê-lo (sem nunca o encher, claro!) gradualmente - grão a grão.

Mas como a quantidade de arroz num prato não depende da forma como ele é lá colocado, assim se prova que todos os pratos de arroz são infinitos.


(E que a teoria da evolução é uma mentira. Já alguma vez viram um dinossauro a dar à luz uma galinha? Só no PiPismo)

2 comentários:

Francisco Burnay disse...

Eu já vi um dinossauro dar à luz uma galinha. Mas foi por cesariana por isso não conta.

Pedro Amaral Couto disse...

Um chinês pediu um prato de arroz. Eu tinha um prato vazio. Acrescentei um grão. Ele disse que é insuficiente. Então acrescentei mais um grão. E ele mandou outra vez para traz. O chinês é paciente, por isso repetiu-se a mesma história. A partir de quantos grãos ficariam satisfeitos?